Galicia “”Bilingüe”"…!!!!
Posted by lois on 24 feb 2008 | Tagged as: Sen clasificar
Posted by lois on 24 feb 2008 | Tagged as: Sen clasificar
Posted by lois on 10 dec 2007 | Tagged as: Língua, Política, cultura
(pincha pra ler en grande)
-----Iso si que é non ter nin puñeteira idea do que Galiza foi, é e será, do sentimento das suas xentes...das intencións dos seus gobernantes e po-lo tanto da súa representación nacional, como é o Himno.
O texto é do máis tendencioso, sucio, facha...que un pode ler...o Pedro J. estará orgulloso de esta sarta de chorradas en mentiras que solta.
Que ten de malo isto?...nos podémonos rir ou enfadar cando lemos isto, pero o malo é que o resto de España, cando o lee, o traga!!!...e pensa as tonterías, e mentiras que aquí solta o Pedriño...
Mellor un himno sen letra non?, así non teríamos problema de que vaia o primeiro de turno a Traduci-lo e tomarnos case por xenófobos...!!!!.
Esta dereita cada día está máis tola...
Acaso non hai punto medio?.-------
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Posted by lois on 04 dec 2007 | Tagged as: Língua, Política, cultura
Mana Galiza
A Galiza não são só os caminhos de Santiago. Ela é mais «nossa» do que julgaríamos, mas é também, radicalmente, mais «deles» do que costumamos supor. Parece justo pô-la na montra, a essa Galiza irreverente, grávida de futuro, senhora de si
Na península que habitamos, na Europa, mesmo no mundo inteiro, nada nos é mais próximo do que a Galiza, nada deveria ser-nos, também, mais caro. Temos ali uma irmã: na cultura, no idioma, no modo de ser. Por ali se prolongam tranquilamente as nossas paisagens. Foi dali que, num dia longínquo, nascemos como país, depois de séculos em que o nosso Norte era somente o Sul da Galiza. E, todavia, muito disso é quase um segredo. Atravessamos o Minho, e informamos garridamente para casa: «Já cheguei à Espanha.» Os galegos estimariam (e muitos espanhóis esperariam) que comunicássemos: «Já estou na Galiza.»
É isso, projectamos sobre a Espanha o que nós próprios julgamos ser, desde tempos imemoriais: um estado, um país, um povo, uma língua, uma nação. Custa-nos perceber que aqui ao lado se foi formando um conglomerado de nações, de idiomas. Somos sensíveis ao «glamour» da monarquia vizinha (cujos namoros e partos as nossas revistas do coração seguem fascinadas) e o «Reino de España» acabou por ser-nos natural e óbvio, mais que a alguns dos seus súbditos. Não bastando isso, um ministro português chegou a declarar-se, com inaudito à-vontade, e em plena capital da Galiza, «um iberista convicto». Escusado dizer que muitos espanhóis não nos entendem.
É-nos difícil, está visto, apreender a exacta peculiaridade galega. Sem dúvida: uma independência política da Galiza poderia contar, entre nós, com um entusiasmo talvez esfuziante. Essa Galiza ser-nos-ia entendível. Mas já nos pede outra ginástica mental vê-la como território que, chamando-se altivamente «país» e «pátria», e sonhando ver-se reconhecida «nação», deseja também viver integrada no Estado espanhol. A Galiza abre-se-nos, assim, como uma realidade complexa. E as coisas são, é preciso dizê-lo, um pouco mais complicadas ainda.

Na dinâmica autarquia de Burela, o galego é a língua veicular na quase totalidade das matérias
Um crescente conhecimento do passado e do presente galegos virá minar-nos algumas certezas. Virá confrontar o nosso secular autocomprazimento com interrogações inesperadas, talvez incómodas. Alguns exemplos triviais. Proclamamos, com íntimo alvoroço, que, sem os portugueses, o Mundo teria ficado privado de três maravilhas: a da saudade, a do infinito pessoal e a das cantigas de amigo. Em doridos fados, em engenhosos ensaios, miramos e remiramos essas dádivas dos deuses. É um espectáculo deprimente. Porque tudo isso, e bastante mais, trouxemo-lo do fornecido celeiro de origem, onde já se tinha inventado a saudade (a palavra e a coisa), onde já o infinito pessoal se fizera corrente (e, à cautela, se assegurara o futuro do conjuntivo) e onde se começava a internacionalizar a cantiga de amigo, o género mais «in» a toda a largura norte da Península. Houve bons trovadores portugueses, como o excelente Dinis, rei nosso. Mas a maior e melhor produção era a galega, já então literatura estrangeira.

Escondemos isso e mais. A história da língua, costumamos expô-la como saga nossa, produto de heróica e portuguesíssima inventividade. Ora, a custosa feitura do idioma foi empreendimento galaico, com cívica colaboração de minhotos e trasmontanos, e o fruto disso continuaria depois, séculos a fio, a ser língua do nosso Reino. (Não às boas, ainda assim. O galaico foi língua imposta a beirões, a estremenhos, a alentejanos, a algarvios, portanto a três quartos do território, pelas tropas da ocupação portucalense, na sua gloriosa descida). É isso: pavoneamo-nos com o mais fino de posses comuns. Nunca os galegos, delicados, no-lo lançaram em rosto. Um dia destes temos de dizer-lhes que não foi por mal.
Sendo as coisas assim, poucos se espantarão de que, na «História de Portugal Contada a Uma Criança», de Rómulo de Carvalho, numa magnífica edição da Gulbenkian, a palavra «Galiza» só surja tardiamente, quando se narram as patrióticas tropelias de um rei português por aquelas bandas. Poucos sobrolhos se terão franzido, também, ao ler as recentes entrevistas que João de Melo, conselheiro cultural em Madrid, deu à «Visão» e ao «JL», onde da nossa proximidade galega nem sombra passa.
Tudo bate, pois, certo. Nunca mais, desde a grande ruptura com o resto da Península, em finais do século XIV, os nossos regimes desenvolveram qualquer política galega. Ainda hoje a «questão galega» não entra em nenhum pacote de preocupações. E, contudo, sempre que surge entre nós, ela desperta interesse e mesmo alguma paixão. Verificou-se isso durante a longa conversa internética que, de 1997 a 2001, portugueses e galegos mantiveram no Terràvista (leia-se a «Única» de 7/10/2005) ou durante um aceso debate que, em Abril de 2006, teve lugar no blogue «Renas e Veados». É que o assunto «Galiza» vem mexer com temas que, esses sim, nos fazem correr às barricadas: o centralismo lisboeta, a regionalização, a pronúncia do Norte, os touros de Barrancos, os nascituros de Badajoz. Mas não acorda menos um lado obscuro: o receio dum concorrente além-Minho, os fantasmas da anexação, os sonhos duma ressuscitada Galécia, o grande medo espanhol, o iberismo e seus desenhos peninsulares. É nestas águas, sobretudo nas turvas, que pesca a nossa fantasiosa extrema-direita. Isto para desorientação de alguns galegos que lhe desconhecem o exacto peso.

Entretanto, toda uma teia empresarial, universitária, autárquica e cidadã se tem vindo a tecer entre o nosso Norte e a Galiza, tornando natural o que era singular, correntio o que era impensável. Sem alarde, e sem fantasmas, só contacto humano, mútuo conhecimento e interesses, descontracção, por sobre as pontes do Minho ou na raia seca. Com festa e música, que disso sabem eles. Os «media» portugueses, sobretudo no Norte, prestam, com algum sistema, atenção à Galiza. E vez por outra um periódico traz colaborações galegas, mesmo em ortografia normativa.
Parece, pois, proveitoso deixar descansar a História e seus sobressaltos, ou lembrá-la só para melhor entender aonde chegámos hoje. Um bom começo seria proibir-nos lirismos do tipo «a separação que nunca devia ter-se dado», «unir o que a História dividiu», «reconstruir a Galécia». Tudo lastro, tudo tralha. Baste-nos saber que, se de algum povo somos manos, é desse. Demasiado parecido connosco, ele canta melancólico, chamando-se a si mesmo «uma folha no vento/ alento e desalento», como no soberbo número «O Meu País», do grupo Luar na Lubre, com a voz da portuguesa Sara Vidal. Ou, já bem diferente, seguro, inventivo, achamo-lo ao estirador ou frente ao ecrã, criando uma banda desenhada e uma animação digital que dão cartas a nível peninsular e europeu. É assim que muitos galegos preferem olhar o seu país, como um projecto de futuro, numa periferia que já não é condenação mas oportunidade.
Fazem-no na sua língua, não na do Estado. E aqui há um gesto concreto, amigo, ao nosso alcance: o de falarmos sempre português do outro lado da fronteira norte, o nosso português de sempre, só mais calmo, mais bem articulado, como deveria já ser. Tenha-se, sim, em conta uma secular e interiorizada inferiorização, que pode levar um galego a dirigir-se-nos em espanhol, por... simpatia. Ora, podemos ser nós os simpáticos, poupados que fomos a ter um idioma secundarizado. Falando com ele português, mostramos a um galego que, com a exacta língua da Galiza, se ganha um novo e largo mundo.
«Um português vive num país já feito. Um galego ainda está a fazê-lo.» Isto diz Elias Torres Feijó, da Universidade de Compostela, entrevistado nestas páginas. Sintético, chama a Portugal um «resultado», à Galiza um «processo». «É um trabalho para gerações, eu sei. Mas hoje farei o que só hoje pode ser feito.» Ele não diz, mas muitos galegos pensam-no: Portugal demonstra, a cada dia que passa, que um processo de construção nacional pode acabar bem.
Textos de Fernando Venâncio
> artigo no jornal "Expresso" 1 -10- 07
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Posted by lois on 27 nov 2007 | Tagged as: Natureza
Unha sucesión de belas imaxes características da serra do Courel , tomadas da TVG e a música de fondo de Terra, un tema do grupo Luar na Lubre gravado no 2001. Con estes ingredientes, o vídeo editado fai uns cinco meses no portal YouTube para reivindicar a declaración da serra lucense como parque natural logrou rexistrar máis de 500.000 visitas o martes pola mañá 501542), o que constitúe sen dúbida un dos maiores éxitos do ciberespazo galego.
O vídeo, de preto de seis minutos e elaborado principalmente a base de imaxes gravadas no seu día para o programa de TVG Galicia para ou mundo, péchase cunha serie de fotografías que mostran o forte impacto ambiental e paisaxístico das explotacións louseiras da serra. Baixo o título «Axuda urxente para O Courel», unha mensaxe escrita pide apoios para salvar «ou territorio de maior biodiversidade de Galiza». A páxina de Internet de Adega e outras webs ecoloxistas conteñen enlaces cara ao exitoso vídeo, que anima tamén aos seus visitantes a entrar na Red para apoiar a campaña a favor do parque natural do Courel.
--O caso e que é certo...o tema das canteiras está a por en perigo o espazo natural máis importante da Galiza...pero coma sempre...a xente non o sabe...e os que o saben, calan. --
Posted by lois on 18 nov 2007 | Tagged as: Sen clasificar
Posted by lois on 16 nov 2007 | Tagged as: Política, cultura
Dous días antes de cumprirse o aniversario da morte do ditador Franco a Comisión pola Recuperación da Memoria Histórica (CRMH) da Coruña convoca esta II Marcha Cívica para esixir a devolución do pazo de Meirás. O acto comezará ás 12: 30 horas na entrada principal e rematará nunha finca do pazo, que ten acceso desde a estrada. Alí intervirán Manuel Monge, presidente da CRMH, e Felipe Senén, museólogo, que lembrará a historia do pazo, que pertenceu á familia da escritora Emilia pardo Bazán. O actor Fernando Morán, veciño de Meirás, lerá un manifesto que leva por título: “Devolver ao pobo o que é do pobo”.

A Comisión explica que é "agora cando coñecemos, pola aparición de informes oficiais daquela época, que a chamada subscrición popular para a adquisición e posterior doazón ao ditador Franco do pazo de Meirás, foi un rotundo fracaso". Segundo ditos informes,"os cartos conseguidos coas retencións forzosas de parte da nómina de moitos traballadores, utilizando todo tipo de ameazas e coaccións, non chegaron para mercar o pazo, pagar as reformas e adquirir o mobiliario. Para cubrir este déficit as autoridades franquistas obrigaron aos concellos a facer unha aportación do 5% dos seus ingresos polo cobro da contribución", explican.
A CRMH da Coruña, que apoia as iniciativas do concello de Sada e da consellaría de Cultura da Xunta para a declaración do pazo como Ben de Interese Cultural, considera que estamos, "fundamentalmente", ante un tema político; "cada día está máis claro que aquí houbo un roubo e esa propiedade debe ser devolta aos seus lexítimos propietarios, é dicir, ao pobo, para que se incorpore ao patrimonio público". Para conseguir este obxectivo a CRMH seguirá a facer un traballo de información, concienciación e mobilización da cidadanía.
"A familia Franco xa disfrutou, inxustamente, durante 70 anos desta propiedade e agora deben devolver ao pobo o que roubaron. É unha cuestión de xustiza, dignidade e de consolidación da democracia porque non hai ningún país europeo onde as familias dos ditadores continúen aproveitándose dunhas propiedades adquiridos no exercicio do poder", sinala a Comisión pola Recuperación da Memoria Histórica .
(Fonte: Xornal.com)
Posted by lois on 14 nov 2007 | Tagged as: Natureza
MEMORIA DA NOITE: (luar na lubre)
Madrugada, o porto adormeceu, amor,
a lúa abanea sobre as ondas
piso espellos antes de que saia o sol
na noite gardei a túa memoria.
Perderei outra vez a vida
cando rompa a luz nos cons,
perderei o día que aprendín a bicar
palabras dos teus ollos sobre o mar,
perderei o día que aprendín a bicar
palabras dos teus ollos sobre o mar.
Veu o loito antes de vir o rumor,
levouno a marea baixo a sombra.
Barcos negros sulcan a mañá sen voz,
as redes baleiras, sen gaivotas.
E dirán, contarán mentiras
para ofrecerllas ao Patrón:
quererán pechar cunhas moedas, quizais,
os teus ollos abertos sobre o mar,
quererán pechar cunhas moedas, quizais,
os teus ollos abertos sobre o mar.
Madrugada, o porto despertou, amor,
o reloxo do bar quedou varado
na costeira muda da desolación.
Non imos esquecer, nin perdoalo.
Volverei, volverei á vida
cando rompa a luz nos cons
porque nós arrancamos todo o orgullo do mar,
non nos afundiremos nunca máis
que na túa memoria xa non hai volta atrás:
non nos humillaredes NUNCA MÁIS.
Luar Na Lubre, Hai un Paraiso, 2004
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Posted by lois on 14 nov 2007 | Tagged as: cultura
Creado por Cidadania, Sociedade Cooperativa Galega, empregando software libre, as enquisas están accesíbeis dende calquera navegador.

Este sistema profesional de enquisas é unha aplicación web accesíbel dende calquera navegador de Internet, formada por un xestor interno e unha interface pública. O que permitirá realizar varias enquisas abertas, baixo convite ou mediante autorrexistro, ás cales se pode acceder dende unha páxina web ou a través dun correo electrónico (cun contrasinal).
Isto facilita moito o labor de empresas, para poder coñecer as opinións, gustos e preferencias dos seus clientes, mais, segundo contan os seus creadores, a enquisa electrónica é tamén ideal para compañías que traballan no terreo da internet, así como a todas as organizacións públicas ou privadas que desexan recadar, por vía electrónica, información dos individuos incluídos nas súas bases de datos.
Diferente doutros sistemas anteriores
Unha das características que diferencian este novo sistema doutros é que permite realizar enquisas multilingües, nas que o destinatario pode escoller o idioma no que quere interactuar co sistema. Deste xeito a enquisa faise internacional.
Tamén se inclúen contidos de son e vídeo dentro do cuestionario, o que a converte nunha ferramenta idónea para o sector da publicidade e do audiovisual
Se queredes ver unha enquisa demostración, para coñecer as funcionalidades do sistema, só tedes que premer aquí.
(Fonte:Vieiros)
Posted by lois on 14 nov 2007 | Tagged as: Língua, Política, cultura
“Acabar co galego”. Esta foi a receita que lles propuxo aos empresarios Juan E. Iranzo, Director do Instituto de Estudios Económicos. A súa intervención tivo lugar durante a celebración da mesa redonda “Las Pymes ante los Retos de la Nueva Economía”, co gallo da celebración do 30 aniversario da fundación da Confederación de Empresarios de Pontevedra.
(http://www.ieemadrid.com/index.htm)
Iranzo explicou que unha das causas do forte crecemento de Irlanda, até situala coa renda “per cápita” maior da UE xunto con Luxemburgo, foi o “acoller ao inglés como lingua propia, acabando co gaélico”, convidando aos empresarios a facer o mesmo co galego.
Dáse a circunstancia de que o programa do 30 aniversario da CEP estivo realizado integramente en castelán por máis que a maioría dos seus perto de vinte mil asociados teñen o galego como lingua materna. En castelán expresáronse todos os intervintes no acto de clausura celebrado no Auditorio do Centro Cultural Caixanova de Vigo o 30 de novembro, incluído o conselleiro de Economía Xoán Ramón Fernández Antonio, que deu cabo á xornada.
Na cea posterior, o presidente Pérez Touriño, que comezou falando en galego e repartiulle á prensa o seu discurso neste idioma, usaría posteriormente o castelán.
A intervención de Iranzo provocou murmurios de desaprobación entre parte dos asistentes, algúns dos cales criticaron tamén a postura de Touriño.
Iranzo propuxo ademais que os empresarios pagasen menos á Seguridade Social, que “deberá de ser mixta”, que se anulen os impostos de transaccións e o de sucesión. Nesta última demanda coincidiron Fernández Alvariño, presidente da CEP e Díaz Ferrán, presidente da CEOE.
(Fonte: A Nosa Terra)
--Qué se pode agardar dun instituto económico madrileño, falándolle a galegos sobre este tema? eles como se exterminan tódo-los idiomas que non sexan o castelán, e pode que ata o inglés...E o de irlanda...so fai falla ir por alí pra ver que non é exacto o que el dí...alí están a promociona-lo gaélico. Non se estará a confundir con Irlanda do Norte? (que inda pertence a GB).--